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Public Displays of Affection
Tuesday, February 2, 2016
Thursday, January 28, 2016
Tuesday, January 19, 2016
Há um tempo para tudo
Há um tempo para tudo. Há um tempo para lamber feridas, para ficarmos sossegados no nosso canto escuro e não permitindo que ninguém se aproxime. Há um tempo para revolta, para sentirmos pena de nós próprios e para querermos guerrear com o mundo. E connosco.
Há um tempo de resignação. De acalmia. Um tempo que é só nosso e onde aprendemos a crescer. Sozinhos, ainda que no meio do mundo. Em que a apatia e indiferença é quase confortável. Onde decisões são coisa estranha e de que queremos fugir.
E há um tempo que muda. Há um tempo de leveza e de certezas. Há um tempo em que percebemos que já não somos o mesmo, ainda que sejamos os mesmos. Há um tempo em que as nuvens se dissipam e o tempo fica leve. Há um tempo em que temos a certeza que o passado é lá de trás e o futuro é novo e a estrear. Em que os medos se desinstalam e a esperança sorri. Há um tempo em que o coração se volta a abrir.
Há um tempo que é novo. Sem amarras. Sem portas entreabertas ou janelas com corrente de ar. Com bagagens arrumadas e certezas pensadas.
Há um tempo em que sabemos. E há um tempo em que queremos que entrem dentro de nós para entender tudo isso.
Há um tempo que é novo.
E só nosso.
E só nosso.
Rita Leston
Saturday, January 9, 2016
Friday, January 8, 2016
Sunday, January 3, 2016
Wednesday, December 30, 2015
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